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O batismo do Espírito Santo

O Batismo com o Espírito Santo faz parte de uma promessa de Deus feita ainda no VT na época do profeta Joel (Jl 2). Este batismo é de suma importância para nós, porque ele nos faz pertencer a uma igreja espiritual, a chamada igreja fiel. Batismo com o Espírito Santo é um batismo totalmente espiritual e significa para nós revestimento de poder. Podemos então defini-lo desta forma, como sendo Revestimento de Poder. Mas que poder? Humano? Financeiro? Não. É o poder de Deus que se manifesta em nós. E para que este poder? Para testemunhar do Senhor Jesus e parta realizar a sua obra.

Quem batiza com o Espírito Santo

O único que nos pode batizar com o Espírito Santo é o próprio Senhor Jesus. Não é o Pai e nem o Espírito Santo, isto fica claro ao lermos os seguintes textos: Mt 3: 11, Jo 1: 33, e quando Jesus disse: Vou para o meu Pai mas não vos deixarei órfãos, enviarei o meu Espírito Santo. Mas se é Jesus quem nos batiza com o Espírito Santo a quem vamos pedir esta benção, a ele mesmo, ou ao Pai? Não podemos ir contra a palavra, ela nos ensina que devemos pedir tudo ao pai em nome do filho. Então devemos pedir a Deus esta benção e no tempo certo ele ordenará ao Senhor Jesus que nos batize com o Espírito Santo.

Os dons Espirituais

Segundo a palavra, os dons do Espírito Santo são 09: sabedoria, ciência, fé, dons de curar, maravilhas, profecia, discernimento de espíritos, línguas estranhas, interpretação de línguas.

O que são dons Espirituais?

Dons espirituais são um meio de o Senhor falar conosco, é a voz de Deus no meio da igreja. Assim sendo a cada vez que um dom é manifesto, podemos dizer que é voz de Deus falando conosco. Quando Paulo instrui sobre os dons, ele usa a palavra carisma, que é um termo militar usado para descrever a condecoração que um soldado ganhava por ter feito um ato de bravura. Os dons, para nós, são uma condecoração que o Senhor nos concede por estarmos realizando a sua obra com zelo e bravura, pois somos soldados de Cristo.

Para que serve o Batismo pelas águas?

* É um testemunho que o servo presta diante de todos, da igreja e do mundo, que ele se arrependeu, pois o batismo nas águas é o batismo do arrependimento (Mc 1:4 - João Batista batizando no deserto p/ arrependimento, para remissão pecados). * É também um preparo para o serviço na igreja visível. Ex.: Grupo de louvor, grupo de intercessão, obreiro, participar da ceia, etc. * É para confessar Jesus como seu salvador.

Batismo

BATISMO, BATIZAR - Mergulhar. João não introduziu costume algum novo quando batizava os seus discípulos no rio Jordão, pois que, entre os judeus, a imersão de todo o corpo, em água corrente, sendo possível, era um meio de limpar toda a cerimonial impureza (is 1.16). Quanto ao batismo de Jesus, *veja Mt 3.13 a 17, e referências. Além das cerimoniosas lavagens do corpo, havia, também, entre os judeus, o hábito de batizar os convertidos ao Judaísmo. Portanto, quando viram João a batizar, não ficaram surpreendidos com o ato do batismo, mas com o fato de ele batizar. isto mesmo se depreende da pergunta que lhe fizeram: ‘Então por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?’ (Jo 1.25). Eles não perguntaram: ‘Que novo rito é este? mas: por que o administras tu? o batismo de prosélitos era, para os judeus, coisa natural, visto como consideravam impuros e imundos todos os gentios. Na devida administração do batismo cristão a lavagem tornou-se o sinal da purificação da alma. Quando um gentio se convertia ao Judaísmo, era necessariamente batizado, porque toda a sua vida anterior tinha sido ritualmente impura. o batismo cristão era sinal de purificação moral, ao passo que o de João Batista era intermediário entre o ato cerimonial dos judeus e o emblemático e espiritual dos apóstolos. Mas quanto ao cerimonial necessário no ato judaico ou no ato cristão, a imersão não era essencial - não é provável que os 3.000 convertidos no dia de Pentecoste fossem imersos, ainda que certamente o eram os discípulos de João Batista. o batismo de João achava-se mais ligado às lavagens do cerimonial mosaico do que ao rito cristão. Ele próprio não pertencia ao número dos profetas, nem fez parte do colégio dos apóstolos. E, por essa razão, aqueles a quem João ou os seus discípulos batizaram eram outra vez batizados, quando se convertiam ao Cristianismo (At 19.1 a 5). o batismo cristão acha-se de um modo especial em conexão com o dom do Espírito Santo (Mt 28.19), e com o perdão dos pecados (Mc 16.16). As pessoas próprias para serem batizadas estão indicadas em At 2.41. Em At 8.16 e 22.16 se mostra em nome de quem se devia efetuar o ato batismal - e em Rm 6.3,4 se diz que os crentes em Cristo são ‘sepultados com Ele na morte pelo batismo.